sexta-feira, 7 de julho de 2017

domingo, 2 de julho de 2017

O elitismo nos grupos disfuncionais

Grupos manipuladores precisam de uma boa dose de elitismo para se perpetuarem. Quando falo em elitismo, me refiro ao sentimento de fazer parte de um grupo seleto, especial, escolhido etc. A criação de um orgulho coletivo exagerado.

sábado, 1 de julho de 2017

Ninguém quer entrar para uma seita

As pessoas não desejam entrar "em uma seita". Pelo menos se usarmos seita como sinônimo de grupo destrutivo. Seria a mesma coisa que dizer que as pessoas desejam ser manipuladas.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Dentro dos muros de uma ideologia libertária

Tradução livre do artigo original Inside the walls of a libertarian ideology, publicado na revista ICSA Today, vol. 7, n. 2, 2016, p. 6-9 e disponível em http://www.icsahome.com/articles/inside-the-walls-of-a-libertarian-ideology-doc

Somos semelhantes nas diferenças

Somos semelhantes nas diferenças: Homenagem ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa 
*Artigo original publicado na comunidade virtual Ex-Testemunhas de Jeová, em 21/01/2016
Disponível em http://desperta.weebly.com/reflexotildees/somos-semelhantes-nas-diferencas 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Quais são as seitas existentes?

É comum encontrarmos pessoas perguntando e textos respondendo "quais são as seitas existentes". Esta pergunta é uma armadilha. Vou explicar por quê:

Seita, um termo adequado?

Seita é uma palavra que precisa ser tratada com cautela. Precisamos estar cientes das vantagens e desvantagens do seu uso.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Abuso Psicológico

O Abuso Psicológico no Contexto da Intolerância Religiosa, publicado originalmente na revista eletrônica O Alienista (n. 2-3, 2016, p. 48-51).

terça-feira, 30 de maio de 2017

sábado, 10 de dezembro de 2016

Azul é a cor mais quente


Normalmente imaginamos o relacionamento tóxico como aquele formado por um agressor e um agredido (agressão que pode tomar diversas formas, como manipulação, extorsão, vampirização, violência física e/ou psicológica etc). No saldo, uma das partes é constantemente desrespeitada e sai machucada. Por isso também são chamados de relacionamentos destrutivos.
Essa representação é adequada para boa parte dos casos. Entretanto, hoje quero tratar de um tipo de relação na qual os conceitos de “agressor” e “agredido” não são os melhores. Um tipo de relação na qual os desníveis podem ir se aprofundando sem mesmo que os parceiros tenham consciência. Tais desníveis começam pequenos ganham relevância, gradativamente, gerando uma disparidade entre um lado razoavelmente autônomo e outro, consideravelmente dependente. Essa disparidade não parece tóxica em um primeiro momento mas tem potencial destrutivo alto, principalmente para a parte mais dependente. Para ilustrar, gostaria de utilizar o filme “Azul e a cor mais quente”.