sábado, 27 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
O que as seitas têm de bom?
Nossa mente costuma formar ideias simples sobre coisas que não são simples. No caso dos grupos disfuncionais, tendemos a elaborar noções maniqueístas. Acreditamos que seus membros só podem estar inconscientes para pertencerem a um grupo assim. O que poucas pessoas refletem é que há uma racionalidade em quem ingressa num grupo disfuncional - e não se trata de uma falsa racionalidade.
sábado, 6 de janeiro de 2018
O sectarismo como vício
De maneira didática, o envolvimento sectário pode ser comparado ao problema da dependência de drogas. Nas drogas, importa conhecer como estas substâncias funcionam (o efeito que produzem, a intensidade do vício, os danos psicofisiológicos) e os meios pelos quais elas se fazem disponíveis (as redes e a logística de tráfico e sua comercialização). Mas é fundamental conhecer como funciona o contato inicial do usuário com a droga. Quais características do indivíduo o levam a aceitar ou recusar, procurar ou evitar certa substância? O que o leva a desistir da substância ou persistir no consumo após a primeira experimentação? Quais contextos existenciais são mais predisponentes ao contato com a droga? Os mesmos questionamentos podem ser feitos com relação às seitas.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Readaptação à vida fora de uma seita
A readaptação do ex-membro à vida fora da seita costuma envolver uma série de váriaveis. A psicóloga Margareth Singer, autora de diversos livros sobre grupos sectários, dá algumas recomendações, que irão variar conforme as características de cada pessoa, seu contexto social e o tipo de experiência que teve em grupos manipuladores:
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Para membros de qualquer grupo...
O questionário a seguir o ajudará a avaliar grupos dos quais participe. São pontos nem sempre perceptíveis para quem vê de fora mas sentidos por quem está inserido em organizações sectárias:
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
O voluntariado em grupos disfuncionais
A ideia de trabalho voluntário costuma ser vista como algo bom, uma demonstração de amor, compaixão e dedicação pelo próximo. O voluntariado é um exercício de algo em favor de outro, sem expectativa de receber algo em retorno. Todos fazemos algum trabalho voluntário, em certo nível, no momento em que decidimos proporcionar um bem a outra(s) pessoa(s) sem esperar retribuição. Entretanto, é preciso ter consciência de que, por este mesmo fator - a não-retribuição - o trabalho voluntário também pode servir ao interesse de grupos exploradores, interessados em se aproveitar do trabalho alheio dando nada ou muito pouco em troca.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
O que é lavagem cerebral?
Como toda expressão que se populariza, lavagem cerebral virou uma expressão "guarda-chuva". O termo é usado sem muito critério, para criticar qualquer visão de mundo com a qual se discorda, e espalhar preconceitos sobre filosofias impopulares. Mas será que devemos descartar por completo uma palavra por ela ser mal-empregada? Penso que não. Penso que ainda é relevante falarmos em lavagem cerebral para compreender um fenômeno que ocorre em grupos manipuladores.
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Matei o líder da seita
Esses dias, um internauta me perguntou: como destruir uma seita? Nada mais prático, certo? Afinal, se a seita é um elemento nocivo, destruí-la deve ser o objetivo mais importante de alguém que se preocupa com o assunto. Mas isso é uma meia-verdade e neste e próximos artigos explicarei a questão.
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
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